Amanhã, pelo que percebi segndo a página do Projecto Fedora, sendo este projecto suportado financeiramente (para não referir outros meios) pela maior empresa de Linux do mundo, refiro-me claro, a grande Red Hat, actualmente cujo nome só se atribui a versão empresarial do Sistema.
Parecendo que não sairá uma das mais importantes distribuições domésticas do mundo, numa nova versão que se apresenta como sendo a primeira grande distribuição a suportar oficialmente e como um dos gestores de janelas principais o KDE 4, assim o Projecto Fedora acabou de enterrar o KDE 3, pelo menos no Fedora e muito provávelmente nas distribuições baseadas nele.
Ora bem, só espero ser surpreendido pelo trabalho da equipa e dos contribuidores, pois gosto muito do Fedora, ultimamente tem se visto uma coisa curiosa desde a “queda” do Core no nome da distribuição (Fedora Core, como era antigamente chamada), agora a semelhança do Debian, e alguns familiares deste como o Ubuntu, tem agora um cognome, ou se preferirem, nome de código, associado a versão, no Fedora 8 era Werewolf, nome de código que gostei muito…
Agora é Sulphur, direi qualquer coisa nos próximos dias, quer aqui no Perspectivas Abertas, a versão mais de opinião totalmente pessoal, sem considerar grandes caracteristicas técnicas, bem, o costume, de qualquer forma irei escrever um artigo mais elaborado sobre o assunto para o Peopleware, diga-se de passagem que estou quase aos saltinhos para ver o que vêm aí.

O fedora e antes o redhat, sempre tiveram nomes de código, muito antes do ubuntu. O primeiro que usei, o red hat 5.2, tinha o nome de código de Apollo.
Tens razão, tanto o Fedora e Red Hat, tinham cognomes antes do Ubuntu, por serem mais antigos
Mas não só, quase todas as distribuições têm cognomes, por exemplo o Mandriva 2008 era Copernicus e o 2008 Spring é Aceras.
O que se tem visto é uma maior influência do nome de código na versão, mais nada